Nós somos o fim


Olhe em volta, olhe em volta. Não há afeto, só a infecção.
Procure-se, procure-se. Posso depender de você para me render?

E invadiremos seus portos, olhos sufocando tudo o que eles vêem.
Pés firmes no cascalho que logo será poeira.
E não haverá ruínas, nenhuma memória, nenhuma história.
Apenas nossa implacável marcha, lado a lado.
Pentearemos a terra e a varreremos,
com corações e pés unificados.
A mão do Homem não é páreo para nosso exército sem guerra!

Por favor, me diga que isto é o fim do mundo,
(E atacaremos com as armas dos deuses e não deixaremos nada em nosso despertar)
É hora de apagarmos a História, sem um traço ou uma memória.
(E atacaremos com as armas dos deuses. Ao meu comando, tomaremos o destino)

Por favor, me diga que isto é o fim do mundo,
(E atacaremos com as armas dos deuses e não deixaremos nada em nosso despertar)
É hora de apagarmos a História, sem um traço ou uma memória.
(E atacaremos com as armas dos deuses. Destino sufocado em nosso combate)

Soldados firmes com mãos de deuses e os números para seguir em frente.
Persistiremos até que tudo que sobrar seja uma esfera perfeita.
Sem nunca quebrar a corrente.
Nunca uma loucura de convicção.
E que as cinzas dos traidores selem a árida paisagem.

Nós somos o fim!

Por favor, me diga que isto é o fim do mundo,
(E atacaremos com as armas dos deuses e não deixaremos nada em nosso despertar)
É hora de apagarmos a História, sem um traço ou uma memória.
(E atacaremos com as armas dos deuses. Ao meu comando, tomaremos o destino)

Por favor, me diga que isto é o fim do mundo,
(E atacaremos com as armas dos deuses e não deixaremos nada em nosso despertar)
É hora de apagarmos a História, sem um traço ou uma memória.
(E atacaremos com as armas dos deuses. Destino sufocado em nosso combate)

Olhe em volta, olhe em volta. Não há afeto, só a infecção.
Procure-se, procure-se. Posso depender de você para me render?

Posso depender de você para me render?