Antes do rap já existia embolada
Nesse Brasil já existia embolada
Vamos unir todos os ritmos da estrada
Todos unidos é cultura globalizada

Sou cantador, sou filho de repentista
Em minha veia corre o sangue
Do calor da vaquejada
Eu trago côco, bumba-meu-boi, zambê, toada
Misturo com funk, hip-hop e guitarra
E nessa fusão de coca-cola com cocada
Descriminação cultural não tá com nada

O cantador, o embolador, o repentista
Tem uma certa ligação
Com a vida do outro lado
Quando ele acessa
No computador da vida
Sua mente imprime a rima
E ela nunca sai errada

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