Mais perto do céu, o fogo
O brilho do olhar, as cores, o frio
Encontrou a verdade na beira do rio
Nas montanhas
Pureza incomum, alma real
Caminho, constância, sempre igual
Um amor diferente, nada comum
Mas o ciúme nos levou para escuridão

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Na floresta, embriagados
Nos puxaram para a vila morta
Extraíram a pureza, o amor
Não sobrou mais nada
Embriagados
Eles querem nos prender agora
Em um lugar onde a luz não vai
E se a força não estiver em nós
Não vai sobrar mais nada
Embriagados

A força está em nós
Saimos daquele lugar, vila morta
No meio da escuridão, vila morta
Espelho da população

Os ares daquele lugar
Nos faziam mal
Mas quando embriagados
É tudo normal

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