Os crentes


O corpo segue ao lado da água
Levando os cordeiros para o abate.
Mãos e joelhos, todos seremos expiados.
O caminho está pavimentado com sangue e ossos.

Mãos trêmulas revelam seu propósito.
Bolhas se formam sob a superfície.
Ninguém irá nos fazer sair.
Somos os únicos que ainda acreditam.
Somos os únicos que ainda acreditam.

O medo penetra através do silêncio.
No ar, o perfume da violência
observando de cima das árvores.

Somos os únicos que ainda acreditam.
Somos os únicos que ainda acreditam.
Somos os únicos que ainda acreditam.