Dança, cigana


Quando a vi
soaram sinos
em meu coração.
Eu a olhei,
lhe dí um sorriso
e me cumprimentou.
Bonita e sensual,
a cor do bronze
bañaba sua pele,
com esse olhar
que sempre sonhei.
Quando a vi,
meus olhos brilharam
na escuridão.
Você não sei por que,
mas pressentia
que algo ia passar.
Vinho para mim,
me disse seu nome
e me perguntou
se estava sonhando
ou era uma ilusão.

Dança, cigana comigo,
dança, cigana comigo,
dança na fogueira do amor.
Dança, cigana comigo,
dança, cigana comigo,
dança que teu é meu coração.

Quando a vi,
brincalhão Cupido
se me disparou.
Beijos de mel
tinham seus lábios
e me enamorou.
Como um vulcão,
caí nos seus braços
até o amanhecer,
banhado de beijos
sua pele e minha pele.