Silent hill


Há uma cidade na América que se chama Silent Hill
Onde seu pior pesadelo se torna realidade
Sinta a pressão da atmosfera
Carregada de sangue, sabe que algo te espera lá fora
Mas se esconde
O medo passa por você, corre, salta beijando a névoa que te acerta por trás e você perde a consciência
Você acorda coberto de sangue em um hospital, monstros estranhos estão te observando
Seus coração bate mais forte, acelera
Lentamente eles te rodeiam e fecham a saída, você se defende como pode com um cano na mão
Um movimento bruto como ele parte o crânio
Sai de pé golpeando tudo que vê e sinistro, vê cadáveres no chão ou ao menos seus restos
Mas pensa como é possível que isso aconteça, ainda assim não admite que tudo é verdade
Mas os segundos passam e não há tempo para dúvidas, note que você joga como ele, como sua vida
Toma forças de onde não existe
Segue a história e morte após morte termina de frente a Igreja
Deves acabar com tudo de uma vez por todas, passo firme, olhando e mãos entrelaçadas
Sabe que está se dirigindo a sua ultima batalha, repassa cada detalhe do plano caso algo dê errado
Passa pela porta e há esta tão pálida e tão bela, por que acreditar que quem fez tudo foi essa menina
Mas não é momento para piedade, assim que dispara a arma põe fim a este puta pesadelo com sua ultima bala não é capaz
Ela chora pedindo sua ajuda e cada lágrima caída ressoa em toda a sua alma
Solta a pistola no chão porque o coração amolece, ela te derruba de um só golpe com força sobre-humana
Se levanta como pode resistindo as feridas, dai agarra o seu pescoço e se lança contra uma parede próxima
Me cravou a borda afiada da faca no braço e solta bruscamente como se retorce
A dor que ela sente você sente na sua carne, mas já sofreu tanto que tudo parece igual
Só quer lhe dar o maldito golpe final, por isso pega a pistola e a põe na frente
Dispara sem piedade, de súbito uma voz estranha do nada fala 'acorda'
Abre os olhos no ônibus todo acabado por fim
Olha o bilhete e põe no retorno Silent Hill