A aliança de amor eterno
Está a escorrer pelas mãos
Ficou fácil encontrar defeitos
Discute-se por qualquer razão

Já não sabem mais rir um do outro
Não se importam nem um pouco
Ou quase nada, ou quase nada

Estranhos sob o mesmo teto
Acompanhados de uma solidão
De olhos bem fechados
Se guiam pela velha tradição

Refrão
Dois corações solitários
Cansados de viver sozinhos
Dois corações arruinados
Ali, no fim do caminho

Tudo parece tão pouco
Tão sem valor aos olhos do outro
Não se enxerga nada
Não se enxerga nada

Estranhos sob o mesmo teto,
Acompanhados de uma solidão.
A vida é chata, tão sem graça
O silêncio só é quebrado pela televisão

Não formam mais um só coração
Não formam mais um só coração
Não formam mais um só coração

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