Às vezes me questiono
Sobre coisas que eu já sei
Acho que estou revivendo
momentos por que já passei
Pergunto se me permito amar
Mesmo sabendo ser involuntária essa emoção
Reconheço o seu olhar como de uma pretérita encarnação
Mesmo sabendo tanto
Confesso que errei
Deixei passar por mim
Quem sem coroa me fazia rei
Não vá, não vá
E me deixa esperar
Por outro alguém
Que me queira assim tão bem
Desculpa, desculpa se fingi não te ama foi por medo,
por medo, medo de me magoar
É que as vezes a desilusão machuca sem logo doer
Debilita o coração que não há como a deter
As vezes a gente ama
e não tem correspondência no amor
As vezes o amor corresponde
mas na forma que nos provoca por dor
Pensa que o que queima é o fogo da paixão
Quando é o veneno do desengano e difusão
Será? Será?Que eu não vou me enganar, se te dizer
o que sinto por você
O Meu medo, o meu medo
Meu medo é de se calar e descobrir que você pensava similar
Que você pensava similar

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