Bandida! Some, marca um dez e me liga!
De repente ela aparece bem vestida, se empina e me excita!
Ardendo de prazer diz que é minha
E faz graça tirando a roupa, me mostrando a calcinha
Total pornografia, sem hora pra acabar
Em casa, na praça, no motel, na cama
Ela pede pra esperar pra só observar
Me olhou tirou o dedo da boca e começou a se tocar
Armada com a vaidade e um pouco de malandragem.
Pode aumentar a dosagem (ela gosta de sacanagem)
Mandada não sei de onde enviada pra te atentar
De repente ela quer te dar, apaga a luz e liga o ar
Sempre no grau pra não lembrar, ela não quer se incomodar
Quer ser feliz, é só chegar!
Do Samba pro Funk as vezes brota no Rap
Na Lapa uma vez ou outra sedenta ninguém te impede.
De black curte o pileque, pra sair aperta um back
Hoje ela cismou comigo, dispensou vários moleques
Finge que nem me conhece hoje só eu e você
Troca o CD pode escolher ao som do Spliff ela quer gemer
Então geme suada sangue quente,
Na vibe corpo ardente, tomando a sua mente
Fazendo diferente ela aceita minha proposta
Eu também mal a conheço, mas já sei que ela
Gosta de ouvir palhaçada, de ouvir conversa fiada
De quatro olha pra minha cara e pede pra ser maltratada
Apoiada no travesseiro e eu puxando seu cabelo
E observando no espelho sua expressão de desejo
O telefone toca e ela quica e rebola
Seus gritos saem pela porta castigo de doze horas
Vamos embora que o tempo tá passando
Então pede a conta e vem tomar um banho
Agora só Deus sabe quando

Ela nem sabe meu nome, mas não sai de cima de mim
Enquanto eu tô me perguntando: Por que a vida é assim?
Já que estamos aqui vamos aproveitar
Hoje vamos fingir que cê nem é minha fã
Te levo pra casa, você me agarra, me beija, me arranha
E me esquece amanhã

São 12 horas com ela e a nossa Rave é a vera
Ela nem sabe meu nome, mas claro quer o microfone sincera
Ficou no show só me brechando na espera
Quando puxou pro camarim aí já era
Me seduziu, me arrastou pro hotel
E no ” rroca” botou o CD do Cartel.
Então vai ser minha senhorita nessa escrita,
Só rebola e empina que eu te como e faço a rima
O Ber te pira nas lambidas “cê” de 4
O nosso mundo é esse quarto é mais 1/4 de L.B amassada
Pra você ser “amassada” eu te lamber
No privê relaxa e deixa acontecer
Não passa nada, banheira e cadeira erótica
Eu te vendo assim de costa, a visão é neurótica
Noite de prazer caótica, vai sair daqui com outra ótica
Bem comida e mais bandida, realizada cara de “feliz da vida”, bem resolvida
Aperta outro Spliff, isso é Break nos beats
Me da um beat bom e uma gostosa e eu faço um HIT
“Just seat” até o final, classe A , pornografia “undergrau”
Antes de ir, tu vai sentar mais uma vez
Sobe um degrau faz assim como tu fez
Com essa bunda escultural o Ber vira freguês

Luccas Carlos:
Ela nem sabe meu nome, mas não sai de cima de mim.
Enquanto eu to me perguntando: Por que a vida é assim ?
Já que estamos aqui vamos aproveitar
Hoje vamos fingir que cê nem é minha fã
Te levo pra casa você me agarra, me beija, me arranha
E me esquece amanhã

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