Serenidade destruída


Bem vindo à minha igreja da maldade
O lugar que eu nasci, na serenidade
Ninguém podia esconder minha dor
E nenhum desses esforços conseguiu permanecer
Batizado em sangue, purificado pelo fogo
Nem as pessoas sagradas resistem ao meu desejo
Algo dentro de mim agarra a minha carne
Com vingança e com o poder que ela tem.
Rasgando a minha mente, esmagando a compaixão
Prendendo em um ódio, o ódio da destruição
Os perversos serão abençoados
Os santos fazem fila para ouvir minhas palavras
As virgens, para sentir os meus carinhos
Miséria infinita, serenidade destruída, serenidade destruída
Mesmo eu sendo apenas um homem, mas eu não consigo mudar quem ou o que eu sou
Está jurada para mim uma multidão de anjos caídos
Coros da canção gritam a minha canção
Para mim uma multidão de anjos caídos