Na imensidão do pensamento... e pra onde sopra o vento. Lá onde a vida é só um momento, que caiu no esquecimento.
O processo é lento. E ao relento desatento...Sentimento. E a impressão que dá que é hora do arrebento.
Então fazer o que, enfrento. Você quer o que, por que? Não tá insento. Olha o mundo em volta vai correr do que?
Sem ter pra onde ir. Ter que entrar no bonde e ir. Ver que mudar não é só fingir, é morrer pra se corrigir.
E é embassado ver seu passado no seu presente...E olhar pro lado, ver os aliado, e não é diferente.
É a mesma história: Sensação de Deus ausente, na oração de fé. É quente, ano vai ano vem.
Vem natal. E os presentes, não tem. Quanto tempo e eu nem vi se vivi.
Mas ouvi, sabia que ia me servir. Aprender, que pra render, dividir. Surpreender, compreender, por ser daqui!
Terra de povo culto, nariz em pé, exibido... Um passo à frente. Mas nada além do que já foi entendido.
Guerra no subentendido, gera o sistema atrevido...Paz, justiça e liberdade berra o oitão do bandido!
E o mundo não escuta, grito de quem morre na luta. Sua desgraça é lucro, junto com os trutas, alguém desfruta.
E vagabundo chucro, na voz de assalto: "Vai, filho da puta!"
E é quando o ciclo faz a volta e volta em quem faltou conduta.
Que disputa até migalha, a sobra na toalha. E se admira ao ver que tá na mira e os neguinho não falha.
Não perde tempo ao pegar pra exemplo esses canalhas. Eu que não vou desesperar, só esperar a próxima falha que o mundo der,
pra sumir daqui, se puder. E resumir minha vivência baseada na minha fé. Ainda que o tempo leve tudo.
Os anos, os manos. Enganos em planos, não me tornarão um homem mudo.

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