Caem lágrimas de um novo tempo...
Há dias ventos batem. Noites abatem meu novo templo.
Vidas salvas concedem calma em suas orações,
Na reconstrução da nova alma, só que sem grilhões
Deixar pra trás o apego cego e o ego morto. Aborto.
A culpa eu nego, mano. Confesso que me entrego.
É bom lembrar do que restou de bom... É o no que apego.
Tudo que eu podia ser, contra o que eu queria ter,

Um estudo ser saber, mudo eu não podia ser.
Meu escudo, fazer valer o bater do coração.
Nessa canção perdão e gratidão.
Redenção, a minha dor em penitência
E desde então, no muro da lamentação,
Furo a ilusão do anseio puro, inseguro nessa transparência.
Passo a comunga, minha vivência.
Perdoe o erro em transcendência quando faltou maturidade

É que era pouca idade pra essa experiência,
Na realidade, esquizofrenia que não suporta
A porta da memória que não suplanta a agonia que comporta.
Tão redundante ao externar o quão internar é sufocante, ah
Só queria viver, hoje eu só quero me expressar.
Aquele que pensa sem parar aprende a parar pra pensar,
Uma vez que vem de um transpirar,
Quase se rende a uma vontade de parar de respirar

Prepara algo a me inspirar. A vida em mim, Deus, perdão.
E pelos meus só digo sim, nem sempre penso em mim,
Enfim, antes do fim, amo você que fez por mim,
Anjo que prefiro mais que minha mãe, nesse pecado aí me arranjo
Vivo pra pagar, sem a borracha pra apagar,
Nas linhas tortas, tudo que escrevi errado.
Passado, morto, enterrado. Ponto, encerrado.
Batendo a porta o fim do mundo, sem desconto.
Tô pronto. Há tempo? Quantos dias?
Tá berrado

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